segunda-feira, 7 de abril de 2014

CASA DE CULTURA MANOEL DO VIOLÃO




I

Caraúbas sempre tem

Alguma transformação

Pra nossa cidade ter

A atualização

Um exemplo foi o prédio

Da antiga estação.

II

Com a modificação

E uma linda postura

Apoio e incentivo

Feito pela Prefeitura

Onde a estação do trem

Hoje é Casa da Cultura.

III

Sendo Casa da Cultura

Manoel do Violão

Uma justa homenagem

Pra essa repartição

Situada em Caraúbas

A rainha do Sertão.

IV

Manoel do Violão

Foi um grande guitarrista

Filho da nossa cidade

Um excelente artista

Teve a vida de trabalho

De vitória e de conquista.

V

Hoje nós vemos em vista

Essa grande entidade

Da qual foi adaptada

Pela força de vontade

Pra atender a cultura

Que tem na nossa cidade.

VI

Enorme utilidade

E muito desenvolveu

O arquivo da história

No passado ocorreu

E nosso documentário

A cada o acolheu.



VII

No papel de um museu

A onde fica guardado

Registro de Caraúbas

Fatos do nosso passado

Documentos importantes

Que é sempre visitado.

VIII

Também é realizado

Show da arte popular

Os eventos importantes

A Casa vem agregar

Ajudando o progresso

Que tem o nosso lugar.

IX

Nós podemos encontrar

Nela as repartições

Tipo a Biblioteca

E suas variações

Palco pra nossa cultura

Ter as apresentações.

X

As suas visitações

Ocorre todo o ano

Faz parte da nossa agenda

Do nosso cotidiano

A grande obra de arte

Feita pelo ser humano.

XI

E dentro do nosso plano

Ocorra essa visita

Quem passar por Caraúbas

O seu tempo que permita

Ver a Casa da Cultura

Importante e bonita.

XII

Caraúbas sempre agita

A bandeira da vitória

Pois a Casa da Cultura

Restaura nossa memória

Do passado e de presente

Tudo da nossa história.

Brasília-DF, 07.04.2014.

Ilton Gurgel, poeta.





A BAGUNÇA NO DF




I

Cada dia que se passa

Mas escândalo se faz

Neste atual governo

Que nada de bom nos traz

Tenta enganar o povo

Tentando passar pra traz.

II

Hoje não existe paz

Acabou tranqüilidade

Assalto à mão armada

É uma realidade

Tanto roubo e tanto furto

Cresce a criminalidade.

III

A maior fragilidade

Que passa nossa saúde

Tem UPA, mas não tem médico...

Acham que o povo é rude

Péssimo atendimento

É uma má atitude.

IV

Sei que ninguém se ilude

Com governo mentiroso

Propaganda enganosa

Dum jeito malicioso

Vemos que este governo

Não passa de um medroso.

V

Pra mentir é caprichoso

Faz tudo pela metade

O sistema de transporte

Falta a agilidade

Ônibus sem motorista

Sem confiabilidade.

VI

Ônibus que na verdade

Não cumpre itinerário

Demora muito e atrasa

Não cumpre com seu horário

Tendo por desculpa dada

Falta de funcionário.



VII

Qualquer um do usuário

Tem história pra contar

Grande o engarrafamento

Tanto carros em andar

O transporte do entorno

Esse é de lamentar.

VIII

Não dá para acreditar

Que obra não acabada

Pelo atual governo

Ela é inaugurada

Complicando a cidade

Com vida prejudicada.

IX

Governo que não faz nada

Apenas comercial

Não escuta servidor

Sendo muito radical

Não merece ser votado

No pleito eleitoral.

X

O transtorno é geral

Não importa o setor

Está a maior bagunça

Jogado ao terror

Uma falta de respeito

Com o nobre eleitor.

XI

Governo não dá valor

A nossa população

Os seqüestros aumentaram

Grande foi à explosão

Também é uma vergonha

Sistema de habitação.

XII

Merece mais atenção

Por parte do governante

O povo brasiliense

Que considero brilhante

Vive com o abandono

Que é um fato constante.

Brasília-DF, 06.04.2014.

Ilton Gurgel, poeta.

sábado, 5 de abril de 2014

CUIDADO COM O PERFIL DO SEU CANDIDATO




I

Para o nobre leitor

Que é meio preguiçoso

Pra pensar e decidir

Às vezes silencioso

O perfil do candidato

Falo em verso caprichoso.

II

Candidato mentiroso

Não merece ser votado

E também quem compra voto

Além de ser um safado

Faz alto fora da lei

Deveria ser cassado.

III

Candidato alienado

Que tem cabeça vazia

Não representa o povo

E só faz demagogia

Não merece ser eleito

Num desse ninguém confia.

IV

Tem o que faz covardia

Ataca adversário

Com mentiras e deboches

Fato todo itinerário

Manobras eleitoreiras

Considero um otário.

V

Candidato mercenário

Não podemos confiar

O que tem a ficha suja

E quer se candidatar

Sabe bem o que fazer

Se acaso esse ganhar.

VI

Difícil é de votar

Naquele que nada faz

Que engana e enrola

E tenta passar pra traz

Qualquer um seu aliado

Que não achar eficaz.



VII

Tanto que não é capaz

De cumprir o prometido

Quem começa e não termina

Deixando interrompido

Uma obra importante

Fato que não faz sentido.

VIII

Tudo que é proibido

Num pleito eleitoral

O candidato pratica

Para poder causar mal

Contrata advogado

Pra brigar no tribunal.

IX

No Brasil colonial

Existia guarda-costa

Como existe até hoje

Deixa a vida exposta

Pra guardar o candidato

Que ainda desse gosta.

X

Temos que dá a resposta

No dia da eleição

Não votar em candidato

Que só faz corrupção

Pois safado que não presta

Só causa decepção.

XI

Uma avaliação

Tipo assim uma triagem

É difícil mas existe

Candidato de coragem

Que seja bom e honesto

E tenha uma bagagem.

XII

Aqui mostrei a imagem

E também o seu perfil

Dos tipos de candidatos

E olhe que fui gentil

Pra pessoa votar certo

E melhorar o Brasil.

Brasília-DF, 05.04.2014.

Ilton Gurgel, poeta.

sexta-feira, 4 de abril de 2014

QUEM COMER O CARDÁPIO DO SERTÃO, ENCONTRA QUALIDADE E SABOR.




I

No Sertão onde tudo é natural

Da terra o fruto é produzido

Que depois de assado ou cozido

O sabor fica muito especial

Quando é feita na zona rural

O próprio Sertão é o produtor

O arroz de leite arrasador

A carne de bode com o pirão

Quem comer o cardápio do Sertão

Encontra qualidade e sabor

II

Quando é no tempo da invernada

A gente tanta fruta aprecia

O sabor doce que a melancia

Contida na fruta é encontrada

Batata doce que lá é plantada

A pinha e manga com sua cor

Jerimum produzido no calor

O cheio e o sabor do melão

Quem comer o cardápio do Sertão

Encontra qualidade e sabor.

III

Tem também do inverno a novidade

O milho verde canjica produz

Pamonha com o sabor que traduz

Tapioca de boa qualidade

O feijão verde com variedade

Com manteiga da terra e seu teor

O creme de leite superior

O doce de leite ou de mamão

Quem comer o cardápio do Sertão

Encontra qualidade e sabor.

IV

Ainda tem a gostosa coalhada

O cuscuz de milho e macunzá

De tudo faz com o maracujá

Muito bom também à carne assada

O queijo de coalho com goiabada

Buchada de bode com o fervor

Macaxeira onde o agricultor

Vai plantar com a fava e o feijão

Quem comer o cardápio do Sertão

Encontra qualidade e sabor.



V

Até mesmo a mais simples pescaria

O peixe preparado no tempero

Com molho e a pimenta de cheiro

Refeição duma alta caloria

Outro que na mesa se anuncia

O caldo do peixe com seu fervor

O ova cozida com o penhor

De conter o sabor da refeição

Quem comer o cardápio do Sertão

Encontra qualidade e sabor.

VI

A famosa paçoca que é feita

De carne com cebola e farinha

Cozida tem a caipira galinha

Farofa de cuscuz fica perfeita

O sabor a pessoa não rejeita

Fica com o seu tom superior

Muito bom para o consumidor

Que até escolhe a opção

Quem comer o cardápio do Sertão

Encontra qualidade e sabor.

Brasília-DF, 04.04.2014.

Ilton Gurgel, poeta.





quinta-feira, 3 de abril de 2014

É TÃO BOM ACORDAR LÁ NO SERTÃO, CONTEMPLAR UM DIA ENSOLARADO.




I

O Sertão no Nordeste brasileiro

Com toda a sua variedade

Lugar de toda naturalidade

O clima é quente dia inteiro

Tem o sol quente que é companheiro

Ele tem o seu lugar reservado

Um novo dia quando é chegado

A gente acorda com emoção

É tão bom acordar lá no Sertão

Contemplar mais um dia ensolarado.

II

Em qualquer Estado está presente

Refiro aos Estados do Nordeste

No Sertão que pouca gente investe

Um lugar que habita tanta gente

O que mais nele acho atraente

É não ter o seu dia variado

Já chega com um sol tão encantado

Que brilha toda mata e o chão

É tão bom acordar lá no Sertão

Contemplar mais um dia ensolarado.

III

O cheiro da floresta natural

E também ar puro pra respirar

O dia quando surge a brilhar

De belo não existe nada igual

O Sertão com o clima tropical

Tudo de natural é encontrado

Fato que se torna contagiado

Quem nele tem sua habitação

É tão bom acordar lá no Sertão

Contemplar mais um dia ensolarado.

IV

Pois nele quando amanhece o dia

Os raios do sol já nascem brilhantes

Pra todos se tornam bem importantes

A melhor parte da geografia

Ele é quem a gente aprecia

Lugar do sertanejo originado

Por isso que é tão admirado

Por ele tenho toda a tenção

É tão bom acordar lá no Sertão

Contemplar mais um dia ensolarado.



V

A barra da aurora é bonita

Vermelha que surge no horizonte

É nela que está toda a fonte

Daquilo que a beleza agita

Que Jesus possa sempre e permita

Para ter este momento marcado

O dia quando é anunciado

Surge com a enorme explosão

É tão bom acordar lá no Sertão

Contemplar mais um dia ensolarado.

VI

Sendo um presente da natureza

O Sertão na forma original

Por que Deus nosso Pai celestial

O que faz é perfeito e com certeza

De que é forte como a fortaleza

E que de tudo fica amparado

Um fato deixa privilegiado

Todos que vivem nessa região

É tão bom acordar lá no Sertão

Contemplar mais um dia ensolarado.

Brasília-DF, 03.04.2014.

Ilton Gurgel, poeta.



quarta-feira, 2 de abril de 2014

CINQUENTA ANOS DEPOIS DA DITADURA MILITAR




I

Depois de cinqüenta anos

Parece que continua

Ditadura militar

Só que hoje não atua

Pois com a democracia

Esse com medo recua.

II

Pois a gente vê na rua

Muita paz e liberdade

Só que os bajuladores

Babam com fidelidade

O regime militar

Com a mesma lealdade.

III

Temos a tranqüilidade

Da pura democracia

Mas aquele bate boca

Com a mesma euforia

Continua até hoje

Isso a gente presencia.

IV

E no tempo que ardia

No corpo a agressão

De todo o militante

Que fosse oposição

Essa época passou

Mas segue a confusão.

V

Eles querem a razão

Só que foram derrotados

Pelo atual regime

Por isso que são frustrados

Militares até hoje

Estão bem desesperados.

VI

Cinqüenta anos passados

Muitos deles já morreram

Outros que ainda vivos

Com ódio permaneceram

Mas não podem fazer nada

Por que já envelheceram.



VII

Hoje fatos ocorreram

Com a comemoração

Aqueles alienados

Que amam humilhação

Apelaram com a ira

Que tem no seu coração.

VIII

Não aceita a posição

De não poder mais mandar

Sem prender ou perseguir

E sem poder torturar

Foi uma grande derrota

Pro regime militar.

IX

Por isso vão apelar

Para a ignorância

Pois nesta modernidade

Não tem significância

Toda esta rebeldia

Com enorme arrogância.

X

Também a intolerância

Já não faz nenhum sentido

A ditadura passou

Regime foi abolido

Chamado tempo de chumbo

Agora já excluído.

XI

Não se sinta ofendido

Todo aquele derrotado

O regime militar

Já faz parte do passado

Não existe a censura

Hoje tudo é liberado.

XII

Ainda tem Deputado

Com esta mentalidade

Lamento por não olhar

Para atualidade

Completou cinqüenta anos

Dum regime de maldade.

Brasília-DF, 02.04.2014.

Ilton Gurgel, poeta.

terça-feira, 1 de abril de 2014

DIA DA MENTIRA E DO POLÍTICO TAMBÉM




I

Hoje é o dia do político

É primeiro de Abril

Pois o dia da mentira

Festejado no Brasil

Pro político brasileiro

É verdadeiro perfil.

II

Eu estou sendo gentil

Com político brasileiro

Que mente e não faz nada

Apenas interesseiro

Só tem um objetivo

Que é de ganhar dinheiro.

III

Com um serviço maneiro

Só três vezes por semana

O político trabalha

E com mentira engana

Este dia para o mesmo

É uma data bacana.

IV

Ele só pensa na grana

Este fato é real

Pois na arte da mentira

É um profissional

São poucos que acreditam

Numa mentira banal.

V

E no tradicional

Dia a ele dedicado

O primeiro de Abril

Para ele é honrado

Como primeiro lugar

É assim classificado.

VI

Pra ser homenageado

O político no seu dia

Esse podendo mentir

Pois mentira aprecia

O seu dia valioso

Sem nenhuma serventia.



VII

O político anuncia

Promete e nada faz

A não ser comercial

Que tanta mentira traz

Prometer e não cumprir

Todo ele é capaz.

VIII

Ele sempre é incapaz

De cumprir o prometido

A mentira pro político

Um fato não proibido

Por isto que este dia

Pro político faz sentido.

IX

Pois então é merecido

Seu dia comemorar

É só uma vez por ano

Pra ele aproveitar

Em falar e prometer

E ninguém acreditar.

X

Sendo o que esse falar

Não existe validade

Por que só sabe mentir

Nunca fala a verdade

A palavra dum político

Já não tem utilidade.

XI

Eu não sei se é maldade

Ou é falta de respeito

Com o nosso eleitor

Não respeita seu direito

De escutar a verdade

Dum político no seu pleito.

XII

Este péssimo conceito

Sei que ele não faz bem

Uma péssima imagem

No político contém

É o dia da mentira

Do político também.

Brasília-DF, 01.04.2014.

Ilton Gurgel, poeta.