sexta-feira, 8 de janeiro de 2021

 

SESQUICENTENÁRIO DA BANDA MAESTRO JOAQUIM AMANCIO

                  I

Com minha inspiração

Quero homenageMORREU GENIVAL LACERDA

              I

Dia 07 de Janeiro

Pareceu dia normal

Neste dia o Brasil

Vi na rede social

Faleceu um forrozeiro

O artista Genival.

                II

Um homem fenomenal

E no mundo do forró

Era um grande artista

Ele nunca estava só

Suas danças engraçadas

A barriga dava um nó.

              III

Grande artista do forró

Com sucessos no Brasil

Severina Xique-xique

No disco era o perfil

E também outros sucessos

Todos em disco vinil.

              IV

Da música muito gentil

Duas quero destacar

Que era. Mate o veio

Boa para se dançar

Também. Ela deu o rádio

Boa para escutar.

                 V

Também quero destacar

Os murgangos que fazia

Quando se apresentava

O bucho ele mexia

Era muito engraçado

Quando a gente assistia.

               VI

O chapéu que conduzia

Era a marca registrada

Do seu Genival Lacerda

E a forma engraçada

Suas roupas coloridas

Que por ele era usada.

             VII

O sucesso na parada

Sempre foi grande sucesso

Músicas de Genival

Muito boas eu confesso

Gostava de todas elas

Na cultura era um progresso.

                 VIII

Nunca pensou no regresso

E sempre bem-humorado

Pois ver Genival Lacerda

Era o mundo encantado

Pois no forró e na dança

Ele era destacado.

             IX

O seu corpo era formado

Pela própria natureza

Sabemos que Genival

Não tinha tanta beleza

Mas seu jeito natural

Eu achava uma grandeza.

                   X

Pois Genival com certeza

Vai deixar muita saudade

Ele de Campina Grande

Era a sua cidade

Para o Brasil inteiro

Era uma realidade.

             XI

Não tinha privacidade

Um trabalho excelente

Nosso Genival Lacerda

Era muito consciente

E em tudo que gravava

Era muito eficiente.

                XII

Com o Pai Onipotente

Hoje está repousando

Com quase noventa anos

Para o Céu foi caminhando

Suas músicas e sucessos

Vou ficar sempre lembrando.

                Mossoró, RN- 07.01.2021

                      Ilton Gurgel, poeta.

 

 

 

 

 

 

 MORREU GENIVAL LACERDA

              I

Dia 07 de Janeiro

Pareceu dia normal

Neste dia o Brasil

Vi na rede social

Faleceu um forrozeiro

O artista Genival.

                II

Um homem fenomenal

E no mundo do forró

Era um grande artista

Ele nunca estava só

Suas danças engraçadas

A barriga dava um nó.

              III

Grande artista do forró

Com sucessos no Brasil

Severina Xique-xique

No disco era o perfil

E também outros sucessos

Todos em disco vinil.

              IV

Da música muito gentil

Duas quero destacar

Que era. Mate o veio

Boa para se dançar

Também. Ela deu o rádio

Boa para escutar.

                 V

Também quero destacar

Os murgangos que fazia

Quando se apresentava

O bucho ele mexia

Era muito engraçado

Quando a gente assistia.

               VI

O chapéu que conduzia

Era a marca registrada

Do seu Genival Lacerda

E a forma engraçada

Suas roupas coloridas

Que por ele era usada.

             VII

O sucesso na parada

Sempre foi grande sucesso

Músicas de Genival

Muito boas eu confesso

Gostava de todas elas

Na cultura era um progresso.

                 VIII

Nunca pensou no regresso

E sempre bem-humorado

Pois ver Genival Lacerda

Era o mundo encantado

Pois no forró e na dança

Ele era destacado.

             IX

O seu corpo era formado

Pela própria natureza

Sabemos que Genival

Não tinha tanta beleza

Mas seu jeito natural

Eu achava uma grandeza.

                   X

Pois Genival com certeza

Vai deixar muita saudade

Ele de Campina Grande

Era a sua cidade

Para o Brasil inteiro

Era uma realidade.

             XI

Não tinha privacidade

Um trabalho excelente

Nosso Genival Lacerda

Era muito consciente

E em tudo que gravava

Era muito eficiente.

                XII

Com o Pai Onipotente

Hoje está repousando

Com quase noventa anos

Para o Céu foi caminhando

Suas músicas e sucessos

Vou ficar sempre lembrando.

                Mossoró, RN- 07.01.2021

                      Ilton Gurgel, poeta.

 

 

 

 

 

 MORREU GENIVAL LACERDA

              I

Dia 07 de Janeiro

Pareceu dia normal

Neste dia o Brasil

Vi na rede social

Faleceu um forrozeiro

O artista Genival.

                II

Um homem fenomenal

E no mundo do forró

Era um grande artista

Ele nunca estava só

Suas danças engraçadas

A barriga dava um nó.

              III

Grande artista do forró

Com sucessos no Brasil

Severina Xique-xique

No disco era o perfil

E também outros sucessos

Todos em disco vinil.

              IV

Da música muito gentil

Duas quero destacar

Que era. Mate o veio

Boa para se dançar

Também. Ela deu o rádio

Boa para escutar.

                 V

Também quero destacar

Os murgangos que fazia

Quando se apresentava

O bucho ele mexia

Era muito engraçado

Quando a gente assistia.

               VI

O chapéu que conduzia

Era a marca registrada

Do seu Genival Lacerda

E a forma engraçada

Suas roupas coloridas

Que por ele era usada.

             VII

O sucesso na parada

Sempre foi grande sucesso

Músicas de Genival

Muito boas eu confesso

Gostava de todas elas

Na cultura era um progresso.

                 VIII

Nunca pensou no regresso

E sempre bem-humorado

Pois ver Genival Lacerda

Era o mundo encantado

Pois no forró e na dança

Ele era destacado.

             IX

O seu corpo era formado

Pela própria natureza

Sabemos que Genival

Não tinha tanta beleza

Mas seu jeito natural

Eu achava uma grandeza.

                   X

Pois Genival com certeza

Vai deixar muita saudade

Ele de Campina Grande

Era a sua cidade

Para o Brasil inteiro

Era uma realidade.

             XI

Não tinha privacidade

Um trabalho excelente

Nosso Genival Lacerda

Era muito consciente

E em tudo que gravava

Era muito eficiente.

                XII

Com o Pai Onipotente

Hoje está repousando

Com quase noventa anos

Para o Céu foi caminhando

Suas músicas e sucessos

Vou ficar sempre lembrando.

                Mossoró, RN- 07.01.2021

                      Ilton Gurgel, poeta.

 

 

 

 

 

 MORREU GENIVAL LACERDA

              I

Dia 07 de Janeiro

Pareceu dia normal

Neste dia o Brasil

Vi na rede social

Faleceu um forrozeiro

O artista Genival.

                II

Um homem fenomenal

E no mundo do forró

Era um grande artista

Ele nunca estava só

Suas danças engraçadas

A barriga dava um nó.

              III

Grande artista do forró

Com sucessos no Brasil

Severina Xique-xique

No disco era o perfil

E também outros sucessos

Todos em disco vinil.

              IV

Da música muito gentil

Duas quero destacar

Que era. Mate o veio

Boa para se dançar

Também. Ela deu o rádio

Boa para escutar.

                 V

Também quero destacar

Os murgangos que fazia

Quando se apresentava

O bucho ele mexia

Era muito engraçado

Quando a gente assistia.

               VI

O chapéu que conduzia

Era a marca registrada

Do seu Genival Lacerda

E a forma engraçada

Suas roupas coloridas

Que por ele era usada.

             VII

O sucesso na parada

Sempre foi grande sucesso

Músicas de Genival

Muito boas eu confesso

Gostava de todas elas

Na cultura era um progresso.

                 VIII

Nunca pensou no regresso

E sempre bem-humorado

Pois ver Genival Lacerda

Era o mundo encantado

Pois no forró e na dança

Ele era destacado.

             IX

O seu corpo era formado

Pela própria natureza

Sabemos que Genival

Não tinha tanta beleza

Mas seu jeito natural

Eu achava uma grandeza.

                   X

Pois Genival com certeza

Vai deixar muita saudade

Ele de Campina Grande

Era a sua cidade

Para o Brasil inteiro

Era uma realidade.

             XI

Não tinha privacidade

Um trabalho excelente

Nosso Genival Lacerda

Era muito consciente

E em tudo que gravava

Era muito eficiente.

                XII

Com o Pai Onipotente

Hoje está repousando

Com quase noventa anos

Para o Céu foi caminhando

Suas músicas e sucessos

Vou ficar sempre lembrando.

                Mossoró, RN- 07.01.2021

                      Ilton Gurgel, poeta.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

               

 

 

 

 

 

 

               

 

 

 

 

 

 

               

 

 

 

 

 

               

 

 r

A Banda Municipal

Vai aniversariar

Maestro Joaquim Amâncio

Seu nome a registrar.

              II

Sempre a emocionar

Com os seus lindos dobrados

Seu imenso repertório

Nos deixam encantados

Ouvir e se alegrar

Momentos condecorados.

                III

Dos nossos antepassados

Até atualidade

Considero esta banda

Troféu pra nossa cidade

E em termos culturais

Uma exclusividade.

                 IV

Com tanta intensidade

Faz o seu aniversário

No dia dez de janeiro

Fato extraordinário

Cento e cinquenta anos

É o sesquicentenário.

                V

Registro no calendário

E sem problema nenhum

Foi em mil e oitocentos

Ano em setenta e um

Quando a mesma foi fundada

Um fato muito comum.

                  VI

Em dois mil e vinte e um

Marca na sua história

Cento e cinquenta anos

De muita honra e glória

Para os caraubenses

Fica na nossa memória.

                  VII

Toda sua trajetória

Desses seus anos de vida

Sempre bem acompanhada

E por todos é seguida

Com certeza nossa banda

É amada e querida.

              VIII

É o ponto de partida

Pro nosso sentimental

Um trabalho de primeira

Músico profissional

E maestros dedicados

Com trabalhos sem igual.

                 IX

Com todo instrumental

E toda dedicação

Caraúbas se orgulha

Aqui no nosso Sertão

Ela é classificada

A melhor da região.

                X

Qualquer comemoração

A banda está presente

Com dedicação de todos

Anima o ambiente

Um conceito exemplar

Duma banda tão potente.

                XI

Repertório atraente

Toca linda melodia

Das valsas aos dobrados

Com a linda sinfonia

Parabéns para a banda

Que nos dá tanta alegria.

                XII

Ela aniversaria

Prestei minha homenagem

Numa data importante

E que na sua linhagem

Mostra aos caraubenses

Amor e muita coragem.

             Caraúbas-RN, 06 de janeiro de 2021.

                              Ilton Gurgel, poeta.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

quarta-feira, 6 de janeiro de 2021

 

CORONA VÍRUS OU COVID 19

                I

Sobre essa pandemia

Hoje eu quero falar

Não escrevi nada ainda

Mas vou me pronunciar

Nela a Bíblia Sagrada

Já veio anunciar.

            II

Vindo sim amedrontar

Quem não tava preparado

Chamado corona vírus

O planeta afetado

Não sei quem foi o autor

Muito menos o culpado.

                III

O mundo angustiado

Sofrendo com pandemia

No evangelho de Lucas

Jesus Cristo anuncia

Todo o acontecido

Vivemos hoje em dia.

             IV

Doença que erradia

Em toda humanidade

O covid 19

Trazendo calamidade

Também no mundo inteiro

Tanta da mortalidade.

                 V

Países que na verdade

Não estavam preparados

Receber essa doença

Ficaram horrorizados

Em todos os continentes

Eles foram espalhados.

              VI

Povos todos isolados

Para preservar a vida

Esperar uma vacina

É a única saída

Pra que a humanidade

Não tenha vida perdida.

             VII

Parece ser excluída

A palavra do Senhor

Anunciou a doença

Mostrando todo teor

Parece que só o crente

A palavra deu valor.

              VIII

Tanta morte e tanta dor

A pessoa nunca zonze

Muitos corpos sepultados

Em sepultura de bronze

Lá em Lucas vinte e um

Tem no capítulo onze.

              IX

Lucas vinte e um onze

Foi muito anunciado

Bem no Novo Testamento

O versículo encontrado

Sobre essa pandemia

Hoje no mundo espalhado.

            X

Está tudo explicado

Como ia acontecer

Com os grandes terremotos

No mundo que ia ter

Epidemia e fome

Entre o povo percorrer.

              XI

Vindo então esclarecer

Todo o acontecido

A palavra de Jesus

Nós vemos que faz sentido

Em Lucas anunciado

Por poucos compreendido.

               XII

Ser humano atingido

Quando são contaminados

E a palavra de Deus

Deixa tudo explicados

Que só pela conversão

Ficamos tranquilizados.

            Mossoró-RN, 04.01.2021.

                Ilton Gurgel, poeta.

 

 

 

 

    

sexta-feira, 11 de dezembro de 2020

 

                  RESIDENCIAL CIDADE ALTA

                 I

O bairro do Sumaré

Tem um residencial

Por nome Cidade Alta

Um excelente local

Para a gente residir

Nunca vi nada igual.

              II

Um bairro fenomenal

Ainda em construção

Tem um desenvolvimento

E uma evolução

Casas no mesmo estilo

Com o modelo padrão.

                III

Forma de habitação

Muito bem estruturada

Cada rua desse bairro

Já está pavimentada

Calçamento de primeira

E com água saneada.

              IV

Muito bem iluminada

Com as lâmpadas modernas

São as lâmpadas de led

Aparentam ser eternas

Com um excelente claro

Evitando as badernas.

                  V

Com inspirações maternas

Cidade acolhedora

Em boa arquitetura

De maneira propulsora

Casa Nova Construções

É essa a construtora.

               VI

Cidade encantadora

Eu posso classificar

Lugar de primeiro mundo

Muito bom para morar

Onde cada morador

Pode se tranquilizar.

               VII

Também quero destacar

Sua grande estrutura

Duma cidade moderna

Com a sua espessura

O lazer e diversão

Para toda criatura.

             VIII

Ideia duma figura

Que logo acreditou

Nesse residencial

O projeto começou

Nosso amigo Marcelo

Quando a obra iniciou.

               IX

De um sonho transformou

Em uma realidade

Hoje o Cidade Alta

Uma exclusividade

Do bairro do Sumaré

É uma linda cidade.

              X

Além da afinidade

Com todos os seus clientes

Carinho e atenção

Com trabalhos conscientes

Uma organização

Bastantes eficientes.

              XI

De formas inteligentes

A construtora envia

Para todos os clientes

Positiva energia

Um talento exemplar

De alta categoria.

              XII

Como sendo melodia

Requinte na entoada

Aqui os versos poéticos

Que falei nesta jornada

Fiz a minha homenagem

Para a cidade amada.

           Mossoró-RN, 09/12/2020

                 Ilton Gurgel, poeta.

 

 

 

 

        

 

 

segunda-feira, 17 de agosto de 2020

 

A SAUDADE É A PRESENÇA, DA AUSÊNCIA DE ALGUÉM

                 I

Falando sobre saudade

Que machuca o coração

Causa preocupação

E também ansiedade

Ponto fraco da maldade

E tudo que a gente tem

A saudade vai além

Para muitos é doença

A saudade é a presença

Da ausência de alguém.

                  II

Nunca vi quem não sentiu

A saudade em sua vida

Na ausência da querida

Ela sempre existiu

A própria mente feriu

E o coração também

Quando a saudade vem

A vida fica extensa

A saudade é a presença

Da ausência de alguém.

                  III

Pois não é filosofia

De intelectual

A saudade é real

Com tristeza a agonia

Sei que ninguém aprecia

Quando nós queremos bem

Essa distância que tem

Nunca vi quem ela vença

A saudade é a presença

Da ausência de alguém.

                IV

Ela está sempre presente

Na nossa mentalidade

Tem uma velocidade

Para nos deixar doente

Mesmo sendo consciente

Sempre pensa no além

Restando o que contém

Causa até desavença

A saudade é a presença

Da ausência de alguém.

                  V

Não vejo nenhum mistério

A pessoa assumir

A saudade que sentir

De quem ama com critério

Esse assunto é sério

Debate pra mais de cem

A gente vira refém

Indeciso se convença

A saudade é a presença

Da ausência de alguém.

               VI

Sem fazer requisição

Ou qualquer outro pedido

Deixa o coração ferido

E muita apreensão

Mexe bem na emoção

Não fica nenhum porém

Seja dúvida de quem

Todos cumprem a sentença

A saudade é a presença

Da ausência de alguém.

               Mossoró-RN, 17.08.2020

                      Ilton Gurgel, poeta.

 

 

 

quinta-feira, 6 de agosto de 2020

BECO VELHO DA CIDADE

                I

Nossa velha Caraúbas

Tão amada e querida

Cidade que no passado

Vivemos a nossa vida

Ela na nossa memória

Nunca será esquecida.

               II

A ela atribuída

Toda a dedicação

Do celeiro cultural

A nossa educação

Destacamos na cidade

Com grande evolução.

                III

Peço aqui a permissão

A Deus o nosso Senhor

Pra falar de uma rua

Da qual sentimos amor

O famoso Beco Velho

Com seu imenso valor.

                IV

Ele com o seu penhor

Muito tradicional

No início ele foi

Avenida principal

E além disso já foi

Um polo industrial.

              V

Teve o mercado central

Girando economia

O seu Antônio Manu

Com sua serralheria

Onde fabricava móveis

De alta categoria.

            VI

Teve a saboaria

Que fabricava sabão

De tio Raimundo Rosendo

Era grande a produção

E tinha artesanal

Uma fábrica de colchão.

              VII

Aqui na ocasião

Seguindo no meu cordel

A oficina de móveis

De Agnelo Gurgel

E a fábrica de sapatos

De seu Chico de Joel.

               VIII

Cumprindo o seu papel

Com um valor de primeira

O senhor Tibúrcio Guerra

Com sua descopadeira

Descascava o arroz

Para a cidade inteira.

               IX

Toda indústria inteira

Hoje é parte do passado

Do querido Beco Velho

Pelos antigos lembrado

Mesmo assim o continua

Beco Velho tão amado.

               X

Com tudo modificado

Hoje só tem residência

Cada morador de lá

Tem a sua permanência

Reina paz e calmaria

Mas já foi uma potência.

                XI

Foi tanta da evidência

Pra ele se transformar

Onde antes foi indústria

Hoje casas pra morar

Essa rua continua

E nunca vai acabar.

            XII

Quero aqui finalizar

Com um pouco de saudade

Brinquei na minha infância

Nele com agilidade

Um abraço a essa rua

Beco Velho da Cidade.

            Mossoró-RN, 06.08.2020.

                     Ilton Gurgel, poeta.

 

 

 

 


domingo, 17 de maio de 2020


              A CURA DE UM COXO
                     I
Livro Atos dos Apóstolos
No capítulo terceiro
Narra história duma cura
Na Bíblia tem o roteiro
Fala em Pedro Apóstolo
E João seu companheiro.
                 II
A palavra diz primeiro
Subiram Pedro e João
Ao Templo pois seria
A hora da oração
No dia a hora nona
Pra fazer essa missão.
              III
Foi trazido um varão
Esse coxo de nascença
Que vinha todos os dias
Mendigar sem desavença
Ele pedia esmolas
Parecia uma sentença.
                IV
E o coxo na presença
Dos Apóstolos de Cristo
Que iam entrar no Templo
Esse homem no insisto
De pedir uma esmola
Pois no Templo era bem visto.
                     V
Pedro Apóstolo de Cristo
Com João que o seguia
Fitando os olhos nele
O coxo ali pedia
Pensando alguma coisa
Da qual ele recebia.
                 VI
Pedro a ele dizia
Nada tinha a ofertar
Não tinha prata nem ouro
Mas iria lhe curar
E em nome de Jesus
Mandou o coxo andar.
               VII
Ajudou a levantar
Tomou pela mão direita
Levantou e os seus pés
De repente se ajeita
Firmaram os tornozelos
Em uma forma perfeita.
                VIII
Naquela parte estreita
Saltando pôs-se de pé
Andou e entrou no Templo
Louvando com muita fé
O nome de Deus amado
E Jesus de Nazaré.
                IX
E o povo viu até
Ele andando e a louvar
E agradecendo a Deus
Por fazer o mesmo andar
Coxo que todos os dias
Ia sempre mendigar.
                X
Muita gente a se pensar
Pelo que aconteceu
E para Pedro e João
Todo o povo correu
Para o alpendre do Templo
O povo compareceu.
                 XI
Essa cura ocorreu
Registrada na passagem
Está no capítulo três
Atos tem essa mensagem
Amor, fé e esperança
Existem nessa postagem.
                XII
E o grande personagem
Que a Bíblia assim traduz
Não foi Pedro nem foi João
Que a cura assim conduz
Sabemos que foi em nome
Do Nosso Senhor Jesus.
            Mossoró-RN, 17.05.2020
                   Ilton Gurgel, poeta.


sexta-feira, 9 de agosto de 2019


A PARÁBOLA DO FILHO PRÓDIGO
                      I
Em Lucas capítulo quinze
Uma passagem bonita
Fala sobre o filho pródigo
Nela a gente acredita
Foi contada por Jesus
E por Lucas foi escrita.
                II
Essa passagem cogita
Chama nossa atenção
Um homem tinha dois filhos
Quando em sua direção
O mais novo aproximou
Com sua convicção.
               III
Disse na ocasião
Ao pai o que queria
Sua parte da herança
Assim o pai dividia
Para ele assumir
Tudo que lhe pertencia.
                IV
No passar do dia a dia
O mais novo ajuntou
A herança recebida
E com tudo viajou
Pra uma terra distante
Longe de casa ficou.
                  V
Depois que ele gastou
O que tinha recebido
Veio um tempo de fome
Naquele País sofrido
Passou por necessidade
No sofrer foi atingido.
                  VI
Tendo ele entendido
O sofrer lá do lugar
Foi procurar um emprego
Pra ele se sustentar
Conseguiu ir pra o campo
Para de porcos cuidar.
                VII
Desejava se fartar
Do que os porcos comia
A fome era enorme
Sua barriga vazia
Refletiu logo pensou
Que pra o pai voltaria.
                  VIII
Achou que não merecia
Por um filho ser tratado
Pois iria trabalhar
Tratado feito criado
Foi a procura do pai
Muito cheio de pecado.
                  IX
De longe o pai amado
O filho o avistou
Melhor roupa e calçado
O vestiu e o calçou
E um anel valioso
No seu dedo colocou.
               X
Depois que o pai beijou
Mandou fazer uma festa
Matar um novilho gordo
Do rebanho da floresta
Pois pra quem tinha morrido
Bem vivo se manifesta.
               XI
Também no meio da festa
Irmão mais velho chegou
Sobre o que acontecia
Ao criado perguntou
Sabendo do seu irmão
Muito se indignou.
               XII
Essa passagem mostrou
O pecado e o perdão
E o arrependimento
Quando peca o cristão
Sabemos o pai é Deus
Que nos dá a salvação.
             Mossoró-RN, 08.08.2019
                   Ilton Gurgel, poeta.