quinta-feira, 29 de setembro de 2011

LIBERDADE

I
Hoje de um bom assunto
Quero aqui comentar
Por ser muito importante
Vou então mencionar
Motivo de alegria
Eu poder compartilhar.
II
Fato que pra relatar
Precisa inspiração
De poeta e escritor
Ter total dedicação
A certeza comprovar
Sem nenhuma restrição.
III
Tamanha a dimensão
Por ter boa qualidade
Um direito para todos
Pela mesma igualdade
Deve ser aproveitada
E viver a liberdade.
IV
Pois quem tem capacidade
Da liberdade viver
Aproveita o momento
Pra melhor acontecer
O que de tão belo há
Fazendo pr merecer.
V
Liberdade vem trazer
Na vida melhor vivência
Com ela felicidade
Que chega com a freqüência
Um fato já comprovado
Por quem tem experiência.
VI
Liberdade é aderência
Que ela própria já diz
Sendo à base de tudo
Como a pessoa quis
Pois quem tem a liberdade
Também é mito feliz.

VII
Liberdade é a raiz
Duma árvore pra brotar
Os bons frutos que colhemos
Ela vem acompanhar
Dá toda sustentação
Nossa vida segurar.
VIII
Pra poder comemorar
Na vida esta conquista
Precisa andar correto
E ser muito realista
Não querer andar errado.
Pra poder tê-la em vista.
IX
Não precisa ser artista
E nem famoso também
Para ter a liberdade
Pois pra todos ela vem
Ela é nosso direito
E na vida nos faz bem.
X
Quem o direito não tem
É por que já cometeu
Algo errado na vida
No passado aconteceu
Depois vem se lamentar
Quando a mesma perdeu.
XI
E quem este verso leu
No momento radiante
Viu que ter a liberdade
Na vida é importante
Por isso que a idéia
Deve ir mais adiante.
XII
Por que é um diamante
Uma preciosidade
Na vida poder fazer
Toda a nossa vontade
Fato que só acontece
Com quem tem a liberdade.
Brasília-DF, 29.09.2011.
Ilton Gurgel, poeta.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

CONSERVAR A NATUREZA

I
Para o mundo viver bem
É preciso melhorar
Primeiro não poluir
A Mara não desmatar
Acidentes naturais
Precisamos evitar.
II
É bom raciocinar
Pôr a mão na consciência
Um desastre ecológico
Traz terrível conseqüência
Pra ele ser evitado
Precisa de providência.
III
O mundo tem aderência
Que é bem fragilizada
Pavio de uma bomba
De explosão elevada
Um deslize natural
Deixa a gente amedrontada.
IV
Hoje tem tanta queimada
De tamanha proporção
O fogo por onde passar
Faz uma destruição
Um absurdo enorme
Duma grande dimensão.
V
Queima a vegetação
Prejudica os animais
Seqüência duma queimada
Que são proporcionais
O que nós presenciamos
São todos quadros reais.
VI
Explorações ilegais
Acontecem todo dia
Destruir a mata virgem
Mal proporcionaria
Para a respiração
Não sei como ficaria.

VII
Uma grande covardia
Falta de educação
Jogar lixo em um rio
Causando poluição
Seu leito desaparece
Matando a produção.
VIII
Fato que tem extinção
De vidas lá existente
Pois um rio destruído
Desde a sua nascente
Mara o que nele tem
Até o seu afluente.
IX
Outro fato coerente
É o uso de grilagem
Prejudica a natureza
Explorador tem coragem
Lucra o próprio benefício
Numa grande sacanagem.
X
Não temos boa imagem
Da querida natureza
Com tanta destruição
Resulta só em pobreza
Pois fatos inaceitáveis
Nos causa tanta tristeza.
XI
Já não temos mais certeza
Se ela vai resistir
Ataques que acontecem
Todo dia a surgir
E não para de crescer
A natureza agredir.
XII
Precisamos reagir
E a ela defender
Por que nossa natureza
Feita pra permanecer
Nós temos que conservar
E não deixá-la morrer.
Brasília-DF, 28.09.2011.
Ilton Gurgel, poeta.

sábado, 24 de setembro de 2011

CHEGADA DA PRIMAVERA

I
Quando chega a Primavera
Aumenta a emoção
Com ela o romantismo
Alimenta o coração
Pra que haja mais amor
Com mais participação.
II
Grande a integração
Da qual vemos na floresta
As flores desabrochando
Alegria manifesta
A beleza natural
Resulta em grande festa.
III
A alegria nos resta
Possamos admirar
Uma linda estação
A gente apreciar
Estação que considero
Como primeiro lugar.
IV
Passarinhos a cantar
As flores são destacadas
Com seus ramos que sustentam
Elas aromatizadas
União que nos atrai
Nas emoções encontradas.
V
Pessoas são inspiradas
A escrever poesia
Quando a Primavera chega
Nós sentimos alegria
Uma estação romântica
E de pura simpatia.
VI
Embeleza nosso dia
Fica aroma no ar
Com a linda estação
Nós podemos respirar
O cheiro que tem nas flores
Que tem tanto agradar.

VII
Estação pra se amar
De maneiras naturais
Nela temos produção
Entre todos vegetais
A pura felicidade
Que sente os animais.
VIII
Além dos materiais
Que nela são produzidos
Para a fabricação
De produtos preferidos
Onde a matéria prima
Nos dias são recolhidos.
IX
Sensibiliza sentidos
Aumenta o sentimento
Estação da Primavera
Diminui o sofrimento
Tem aroma agradável
Quando é soprado o vento.
X
Estação que no momento
É muito bem recebida
Por quem ela admira
E ser sempre a preferida
Entre todas estações
Ela é a mais querida.
XI
Dá um sentido na vida
Disso nós temos certeza
O colorido das flores
Embeleza a natureza
Estação considerada
Como uma linda princesa.
XII
Com seu toque de beleza
Do semblante natural
Recebo a estação
No momento especial
Chegada da Primavera
Que é sensacional.
Brasília-DF, 23.09.2011.
Ilton Gurgel, poeta.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

IMPORTÂNCIA DO USO DA BICICLETA

I
Sobre um transporte bom
Hoje eu quero falar
E da sua importância
Vou também mencionar
Da sua utilidade
Na hora de se usar.
II
Um transporte popular
Que deve ser mais usado
Nosso meio ambiente
Não será prejudicado
O uso da bicicleta
Por ser bem apropriado.
III
Um transporte preparado
Para toda atitude
Seu uso trás benefício
Para a nossa saúde
Por executar o corpo
Em toda a plenitude.
IV
Da velhice a juventude
E as crianças também
Usando a bicicleta
Sabem que vão viver bem
Por queimar as calorias
Que no organismo tem.
V
Um transporte que contém
Toda a indicação
Pra quem planeja viver
Sem fazer poluição
Totalmente ecológica
Na sua fabricação.
VI
Não tem modelo padrão
Pois sua forma varia
Simples ou sofisticada
Tem a mesma serventia
Bicicleta faz um bem
A todos beneficia.

VII
Pra criança é alegria
Serve pra ela brincar
Adulto se locomove
Até mesmo viajar
A todos dá o prazer
Na hora de pedalar.
VIII
Veio se adaptar
Com o meio ambiente
Um transporte alternativo
Que nunca foi poluente
Pois não usa combustível
Só os músculos da gente.
IX
Um transporte atraente
E fácil de ser usado
Só precisa aprender
Ficar nela aprumado
Pedalar e ir em frente
Que está capacitado.
X
Transporte autorizado
Não ter habilitação
Precisa de capacete
Para a própria proteção
Pra no atropelamento
Evitar uma lesão.
XI
Até pra competição
Tem sua presença certa
É um pouco diferente
Feita de forma correta
Pro atleta adaptada
Duma maneira concreta.
XII
Quando quebra se conserta
Assim ela é usada
Sem congestionamento
Bicicleta é preparada
Para um uso maior
Tem que ser incentivada.
Brasília-DF, 22.09.2011.
Ilton Gurgel, poeta.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

CORRUPÇÃO

I
Desse tema abordado
Quero hoje comentar
Por causar uma polêmica
Vou então mencionar
Parece está na moda
Com tanta gente a usar.
II
Mas antes me desculpar
Ressalva quero fazer
Pra quem usa o bom senso
Eu sei que vai entender
Que a pessoa honesta
De fora permanecer.
III
Muitos podem perceber
Nossa preocupação
Ocorre diariamente
Numa grande dimensão
Dum quadro que só aumenta
Com toda a proporção.
IV
Sobre a corrupção
É que eu estou falando
Dos políticos safados
Que ao povo enganando
Faz sua própria bagunça
Na corrupção chegando.
V
E com tempo passando
Caindo no esquecimento
O corrupto apronta
Sem nenhum constrangimento
Pois nunca vai ser punido
De tal acontecimento.
VI
Criador de argumento
Vivendo da falsidade
Fazendo manobras sujas
Com a desonestidade
Tem como corrupção
A especialidade.

VII
E por ser autoridade
Faz e não será punido
Deixando o eleitor
Totalmente ofendido
Bem decepcionado
Magoado e ferido.
VIII
Fato que é esquecido
Quando chega a eleição
O povo vota de novo
Esquece corrupção
Vende o voto e a consciência
Por uma merreca em vão.
IX
A conscientização
Necessária fazer
Para que o eleitor
Também possa entender
Que corrupto safado
Não devemos eleger.
X
Quem só faz enriquecer
Logo após de ser eleito
O seu próprio benefício
Já planeja no seu pleito
Faz a grande sacanagem
Achando está perfeito.
XI
Apesar de ter direito
Não merece ser votado
Quando esse se elege
Deixa tão envergonhado
O povo que elegeu
Que é próprio culpado.
XII
Não serei acomodado
E sim um bom lutador
Nós temos que se unir
E mostrar nosso valor
Pra Ver a corrupção
Ter um fim merecedor.
Brasília-DF, 21.09.2011.
Ilton Gurgel, poeta.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

DINHEIRO

I
Escrevendo poesia
Eu sigo todo roteiro
De poeta popular
Rimo o tempo inteiro
Hoje destaco um tema
Falar sobre o financeiro.
II
É tão bom ganhar dinheiro
Mas de maneira honesta
Limpo e abençoado
E de fórmula correta
Ter a nossa consciência
Tranqüila e muito certa.
III
Duma maneira concreta
Todo o trabalhador
Que ganha o seu salário
Com trabalho sofredor
Sabe o significado
Ao mesmo dá valor.
IV
Aquele batalhador
Que o seu suor derrama
Máximo da sua vida
Por salário que ama
Corre atrás do que é seu
Sem fazer nenhuma trama.
V
O dinheiro tem a fama
Que não traz felicidade
Eu concordo plenamente
Com esta realidade
Prática e teoria
Unem-se nesta verdade.
VI
Pois não é fatalidade
Ele a gente faz o bem
Desde que bem moderado
Benefício ele tem
Honesta tranqüila a alma
A consciência também.

VII
No dinheiro que contém
Toda força do poder
A pessoa ambiciosa
Está sempre a querer
Mais do que o necessário
Pra poder sobreviver.
VIII
O dinheiro vem trazer
A nossa insegurança
Gera guerra e discórdia
Pra desavença avança
Aos poucos destruindo
Toda nossa confiança.
IX
Parece que ele trança
Uma preocupação
Ocorre constantemente
Com nossa população
Por que quem ganha quer mais
Sem nenhuma explicação.
X
Ele não é proteção
Pra qualquer tipo de vida
Ao contrário prejudica
E desestabelecida
Toda a tranqüilidade
Que se sente agredida.
XI
Uma luta preferida
Que nunca chega ao fim
Também não tem conclusão
Às vezes chega a ser ruim
Estratégica na vida
Que segue sempre assim.
XII
O dinheiro é em fim
Na vida prioridade
Com ele a gente supre
A nossa necessidade
Precisa para viver
Com maior intensidade.
Brasília-DF, 20.09.2011.
Ilton Gurgel, poeta.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

ILUSÃO

I
Um assunto atraente
Chama nossa atenção
Ele que no nosso meio
Deixa preocupação
No final quer ouvir
A sua opinião.
II
Falo sobre ilusão
O que muita gente tem
Um fato contagiante
Não sei se leva ao bem
Herança hereditária
Ela faz parte também.
III
A ilusão vai além
Da nossa necessidade
A pessoa iludida
Foge da realidade
Nunca encara de frente
A sua impunidade.
IV
Uma sensibilidade
Que tem nosso consciente
Dentro da nossa cabeça
O que tanta gente sente
Por tudo se iludir
Num ato constantemente.
V
Ilusão é a semente
Plantada pra destruir
Qualquer sonho da pessoa
Só então possa sentir
Alimentação errada
É essa se iludir.
VI
Um problema a persistir
Na vida do ser humano
Ilusão não leva a nada
Pois é um grande engano
Um fato que só aumenta
Quando passa a cada ano.

VII
Pos qualquer um ser humano
Pode ser um vitimado
Mesmo não acreditando
Sabe que está errado
Que a ilusão atrai
Muita gente pro seu lado.
VIII
Ansioso é aguardado
O que nunca acontece
Por causa da ilusão
Da verdade se esquece
Ilusão quem acredita
Na mente amadurece.
IX
Ilusão só entristece
Quem nela acreditou
O sonho ou uma meta
Que nunca realizou
Sabendo ser impossível
Se decepcionou.
X
A ilusão agregou
Esperança e incerteza
Pois quem nela acredita
Vê uma falsa beleza
Não aceita o real
Imagina uma grandeza.
XI
Tem gente que com esperteza
Ainda vem explorar
Quem vive se iludindo
Fazendo acreditar
Numa falsa profecia
Jamais se realizar.
XII
Posso assim classificar
A pessoa iludida
Vive e não aproveita
Nem curte a sua vida
Deixa toda a pessoa
Magoada e ferida.
Brasília-DF, 18.09.2011.
Ilton Gurgel, poeta.