SAMAMBAIA ERA LAMA E POEIRA, HOJE É A BELA DUMA CIDADE
I
Do lugar que falo neste momento
Pareceu que estava abandonada
Cidade que antes foi programada
Para ser apenas assentamento
O povo morava em sofrimento
Mas mudou com sua prosperidade
Progresso lá chegou foi a vontade
Transformou em cidade de primeira
Samambaia era lama e poeira
Hoje é a bela duma cidade.
II
Ela que tinha uma terrível fama
Pois era tudo que a gente ouvia
Tormento na rua quando chovia
Porque lá a gente só via lama
A triste posição de uma trama
Quando ali morava humanidade
O sofrer era uma eternidade
Parecendo durar a vida inteira
Samambaia era lama e poeira
Hoje é a bela duma cidade.
III
Samambaia era um assentamento
Logo então não passou boa imagem
O povo vivia com a coragem
De mudar ali em todo momento
Mas aí acabou todo tormento
Progresso com responsabilidade
Cidade progrediu com a vontade
Dando assim nos problemas uma rasteira
Samambaia era lama e poeira
Hoje é a bela duma cidade.
IV
Cidade do Distrito Federal
Que cresceu e pôde desenvolver
Progresso como a gente pode ver
Hoje tem escola e hospital
As grandes empresas com filial
Confiou na sua sociedade
Cidade com grande prosperidade
Integra como grande companheira
Samambaia era lama e poeira
Hoje é a bela duma cidade.
V
Hoje tem no sistema de transporte
O metrô que é uma atração
Nele tem também a integração
Ponto que deixa a cidade forte
Travessa Samambaia Sul e Norte
Unindo toda a integridade
Sentimos nela uma igualdade
Que antes se via por derradeira
Samambaia era lama e poeira
Hoje é a bela duma cidade.
VI
Noventa por cento é asfaltada
Dando assim um apoio social
Pois antes só na pista principal
Asfalto que por lá era passada
Com lama e rua esburacada
Já mudou toda a realidade
Hoje o povo tem dignidade
Transformou a cidade bem ligeira
Samambaia era lama e poeira
Hoje é a bela duma cidade.
Brasília-DF, 09.11.2009
Ilton Gurgel, poeta.
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
QUEM TRAVESSA EM PASSARELA, TEM A VIDA PRESERVADA
I
A passarela foi feita
Para nossa segurança
Muito firme a gente avança
A estrutura perfeita
Uma atitude direita
Que deve ser conservada
Sendo então elogiada
A gente não amarela
Quem travessa em passarela
Tem a vida preservada.
II
Uma grande invenção
Feita pelo engenheiro
Com artigo de primeiro
E para dar proteção
Caminha sem aflição
Pra isso foi fabricada
Pelo homem foi montada
Acabar essa novela
Quem travessa em passarela
Tem a vida preservada.
III
É ter mais tranqüilidade
Quando for atravessar
Só precisa observar
Esta oportunidade
Pra viver ter a vontade
Que não seja apressada
Para não dar mais mancada
E nem mais ficar naquela
Quem travessa em passarela
Tem a vida preservada.
IV
Evitar o acidente
Não parar num hospital
Segurança é total
Pois é só seguir em frente
Pra ter na vida presente
A vida estruturada
Que nunca seja causada
Acidente em sentinela
Quem travessa em passarela
Tem a vida preservada.
V
Muito grande é a procura
Que faz o freqüentador
Para a vida dar valor
E passar na espessura
É fornida e segura
Ela é sinalizada
Ao passar ter programada
Da chance tem a janela
Quem travessa em passarela
Tem a vida preservada.
VI
O pedestre agradece
Esta boa opção
Pois viver é a razão
Disso ele não esquece
Todo mundo reconhece
Não ser mais atropelada
Na rua movimentada
Para nunca ter seqüela
Quem travessa em passarela
Tem a vida preservada.
Brasília-DF, 08.11.2009
Ilton Gurgel, poeta.
I
A passarela foi feita
Para nossa segurança
Muito firme a gente avança
A estrutura perfeita
Uma atitude direita
Que deve ser conservada
Sendo então elogiada
A gente não amarela
Quem travessa em passarela
Tem a vida preservada.
II
Uma grande invenção
Feita pelo engenheiro
Com artigo de primeiro
E para dar proteção
Caminha sem aflição
Pra isso foi fabricada
Pelo homem foi montada
Acabar essa novela
Quem travessa em passarela
Tem a vida preservada.
III
É ter mais tranqüilidade
Quando for atravessar
Só precisa observar
Esta oportunidade
Pra viver ter a vontade
Que não seja apressada
Para não dar mais mancada
E nem mais ficar naquela
Quem travessa em passarela
Tem a vida preservada.
IV
Evitar o acidente
Não parar num hospital
Segurança é total
Pois é só seguir em frente
Pra ter na vida presente
A vida estruturada
Que nunca seja causada
Acidente em sentinela
Quem travessa em passarela
Tem a vida preservada.
V
Muito grande é a procura
Que faz o freqüentador
Para a vida dar valor
E passar na espessura
É fornida e segura
Ela é sinalizada
Ao passar ter programada
Da chance tem a janela
Quem travessa em passarela
Tem a vida preservada.
VI
O pedestre agradece
Esta boa opção
Pois viver é a razão
Disso ele não esquece
Todo mundo reconhece
Não ser mais atropelada
Na rua movimentada
Para nunca ter seqüela
Quem travessa em passarela
Tem a vida preservada.
Brasília-DF, 08.11.2009
Ilton Gurgel, poeta.
sábado, 7 de novembro de 2009
DESEJO DE JUSCELINO, NÓS VEMOS REALIZADO
I
Esta linda capital
A mais bela do país
Lugar de gente feliz
Com todo o ideal
Tem por base principal
Ministério e Senado
Presidente é instalado
Num trabalho bem atino
Desejo de Juscelino
Nós vemos realizado.
II
No início um projeto
Um brilho meio a fosco
Foi um sonho de Dom Bosco
Que do qual tornou-se certo
Um arquiteto esperto
Fez o sonho planejado
Com gente de todo lado
De sulista a nordestino
Desejo de Juscelino
Nós vemos realizado.
III
Juscelino o presidente
Esse grande brasileiro
O orgulho do mineiro
Foi um grande competente
Forte e inteligente
O desejo alcançado
Deixando inagualado
Um projeto que fascino
Desejo de Juscelino
Nós vemos realizado.
IV
Atenção especial
Brasília foi projetada
E muito bem desenhada
Nossa bela capital
Do eixo monumental
Ao local mais isolado
Seguiu e foi respeitado
O projeto heroíno
Desejo de Juscelino
Nós vemos realizado.
V
Boa administração
Brasília é esperada
Por todos é desejada
Uma grande atração
Em forma de avião
Que assim foi desenhado
Povo entusiasmado
Igualmente um menino
Desejo de Juscelino
Nós vemos realizado.
VI
Brasília das tradições
Do poder e da cultura
Uma projeção futura
Espera as gerações
Símbolos e os brasões
Hoje vemos registrado
Por Brasília sou amado
No meu jeito nordestino
Desejo de Juscelino
Nós vemos realizado.
Brasília-DF, 08.11.2009
Ilton Gurgel, poeta.
I
Esta linda capital
A mais bela do país
Lugar de gente feliz
Com todo o ideal
Tem por base principal
Ministério e Senado
Presidente é instalado
Num trabalho bem atino
Desejo de Juscelino
Nós vemos realizado.
II
No início um projeto
Um brilho meio a fosco
Foi um sonho de Dom Bosco
Que do qual tornou-se certo
Um arquiteto esperto
Fez o sonho planejado
Com gente de todo lado
De sulista a nordestino
Desejo de Juscelino
Nós vemos realizado.
III
Juscelino o presidente
Esse grande brasileiro
O orgulho do mineiro
Foi um grande competente
Forte e inteligente
O desejo alcançado
Deixando inagualado
Um projeto que fascino
Desejo de Juscelino
Nós vemos realizado.
IV
Atenção especial
Brasília foi projetada
E muito bem desenhada
Nossa bela capital
Do eixo monumental
Ao local mais isolado
Seguiu e foi respeitado
O projeto heroíno
Desejo de Juscelino
Nós vemos realizado.
V
Boa administração
Brasília é esperada
Por todos é desejada
Uma grande atração
Em forma de avião
Que assim foi desenhado
Povo entusiasmado
Igualmente um menino
Desejo de Juscelino
Nós vemos realizado.
VI
Brasília das tradições
Do poder e da cultura
Uma projeção futura
Espera as gerações
Símbolos e os brasões
Hoje vemos registrado
Por Brasília sou amado
No meu jeito nordestino
Desejo de Juscelino
Nós vemos realizado.
Brasília-DF, 08.11.2009
Ilton Gurgel, poeta.
UM RESTAURANTE FORNECE, REFEIÇÃO A UM RAL
I
Um serviço importante
Atendido no horário
Chamado comunitário
É um grande restaurante
Um serviço relevante
Para o bem social
Ele é e essencial
Em tudo que acontece
Um restaurante fornece
Refeição a um real.
II
Uma grande inversão
Muita criatividade
Pra nossa sociedade
Ele tem um bom padrão
Boa alimentação
Preparada especial
Legume e vegetal
O serviço engrandece
Um restaurante fornece
Refeição a um real.
III
Muito bem estruturado
É um grande servidor
Todo o consumidor
Será bem alimentado
Ele está espalhado
Quase em todo local
Um serviço genial
No momento ele cresce
Um restaurante fornece
Refeição a um real.
IV
Ele pela nutrição
Na rota orientada
Comida balanceada
Serve toda refeição
Pois até na digestão
Sem estilo radical
Com carne de animal
O melhor ele oferece
Um restaurante fornece
Comida a um real.
V
Funciona todo dia
Sãos eis dias da semana
Serve a pessoa humana
Com a mesma alegria
É de grande serventia
Atendimento normal
Uma atitude legal
O trabalho bem merece
Um restaurante fornece
Refeição a um real.
VI
O Senhor Governador
Uma grande autoridade
Viu nossa sociedade
Que ela tem seu valor
Grande administrador
Num trabalho ideal
Gama a Estrutural
O trabalho fortalece
Um restaurante fornece
Refeição a um real.
Brasília-DF, 07.11.2009
Ilton Gurgel, poeta.
I
Um serviço importante
Atendido no horário
Chamado comunitário
É um grande restaurante
Um serviço relevante
Para o bem social
Ele é e essencial
Em tudo que acontece
Um restaurante fornece
Refeição a um real.
II
Uma grande inversão
Muita criatividade
Pra nossa sociedade
Ele tem um bom padrão
Boa alimentação
Preparada especial
Legume e vegetal
O serviço engrandece
Um restaurante fornece
Refeição a um real.
III
Muito bem estruturado
É um grande servidor
Todo o consumidor
Será bem alimentado
Ele está espalhado
Quase em todo local
Um serviço genial
No momento ele cresce
Um restaurante fornece
Refeição a um real.
IV
Ele pela nutrição
Na rota orientada
Comida balanceada
Serve toda refeição
Pois até na digestão
Sem estilo radical
Com carne de animal
O melhor ele oferece
Um restaurante fornece
Comida a um real.
V
Funciona todo dia
Sãos eis dias da semana
Serve a pessoa humana
Com a mesma alegria
É de grande serventia
Atendimento normal
Uma atitude legal
O trabalho bem merece
Um restaurante fornece
Refeição a um real.
VI
O Senhor Governador
Uma grande autoridade
Viu nossa sociedade
Que ela tem seu valor
Grande administrador
Num trabalho ideal
Gama a Estrutural
O trabalho fortalece
Um restaurante fornece
Refeição a um real.
Brasília-DF, 07.11.2009
Ilton Gurgel, poeta.
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
METRÔ DO DISTRITO FEDERAL
I
O sistema de transporte
No Distrito Federal
Tem um veículo de massa
Que é sensacional
Atender o passageiro
Ele é essencial.
II
Sistema operacional
O metrô é confortável
Enorme população
Pra ele é estimável
Transportar todos os dias
Porque não é razoável.
III
Ele é incomparável
Oferece segurança
Nele todo passageiro
Deposita confiança
Embarcar pra viajar
Com toda a esperança.
IV
E além da segurança
O trem é capacitado
Transportar o passageiro
Seja em pé ou sentado
Nós vemos o seu vagão
Quanto parte é lotado.
V
Tem o lugar reservado
Para quem tem preferência
Sempre tem um a pessoa
Que usa na permanência
Usa indevidamente
Por falta de consciência.
VI
O metrô tem a potência
E tem muita serventia
Boa administração
Sem ela como seria
Carregar os passageiros
Que viaja todo dia.
VII
Motivo de alegria
É sua locomoção
Parte do Plano Piloto
Para outra região
Quando chega em Arniqueiras
Faz a sua divisão.
VIII
Segue a integração
Para estação final
Uma fica na Ceilândia
Com distância radical
A outra na Samambaia
No Distrito Federal.
IX
O perigo é real
Precisa muito cuidado
Todo o funcionário
Já fica preocupado
Prevenir o acidente
Com cuidado redobrado.
X
Metrô inter escalado
Pra seguir na hora certa
O horário é cumprido
Viajar é o que resta
A vigem de metrô
É como ir a uma festa.
XI
Partes vemos a floresta
Que tem no nosso cerrado
Outras vemos as cidades
Com o belo encontrado
São as paisagens urbanas
Por onde ele é passado.
XII
Um povo bem preparado
Para a todos atender
Passageiros do metrô
Faz então por merecer
E fazer boa viagem
Tudo de bom ocorrer.
Brasília-DF, 06.11.2009
Ilton Gurgel, poeta.
I
O sistema de transporte
No Distrito Federal
Tem um veículo de massa
Que é sensacional
Atender o passageiro
Ele é essencial.
II
Sistema operacional
O metrô é confortável
Enorme população
Pra ele é estimável
Transportar todos os dias
Porque não é razoável.
III
Ele é incomparável
Oferece segurança
Nele todo passageiro
Deposita confiança
Embarcar pra viajar
Com toda a esperança.
IV
E além da segurança
O trem é capacitado
Transportar o passageiro
Seja em pé ou sentado
Nós vemos o seu vagão
Quanto parte é lotado.
V
Tem o lugar reservado
Para quem tem preferência
Sempre tem um a pessoa
Que usa na permanência
Usa indevidamente
Por falta de consciência.
VI
O metrô tem a potência
E tem muita serventia
Boa administração
Sem ela como seria
Carregar os passageiros
Que viaja todo dia.
VII
Motivo de alegria
É sua locomoção
Parte do Plano Piloto
Para outra região
Quando chega em Arniqueiras
Faz a sua divisão.
VIII
Segue a integração
Para estação final
Uma fica na Ceilândia
Com distância radical
A outra na Samambaia
No Distrito Federal.
IX
O perigo é real
Precisa muito cuidado
Todo o funcionário
Já fica preocupado
Prevenir o acidente
Com cuidado redobrado.
X
Metrô inter escalado
Pra seguir na hora certa
O horário é cumprido
Viajar é o que resta
A vigem de metrô
É como ir a uma festa.
XI
Partes vemos a floresta
Que tem no nosso cerrado
Outras vemos as cidades
Com o belo encontrado
São as paisagens urbanas
Por onde ele é passado.
XII
Um povo bem preparado
Para a todos atender
Passageiros do metrô
Faz então por merecer
E fazer boa viagem
Tudo de bom ocorrer.
Brasília-DF, 06.11.2009
Ilton Gurgel, poeta.
GALERIA DOS ESTADOS
I
Tantos locais em Brasília
Que são muito visitados
Outros que são atraentes
E são muito freqüentados
Hoje falo dum local
Que nos deixa admirados.
II
Galeria Dos Estados
Aqui eu vou comentar
Um local interessante
Vive a superlotar
Com gente para o metrô
Que lá ficam a passar.
III
Muita gente a trafegar
Naquele espaço tem
É a porta de saída
E chegada pra quem vem
É um local de acesso
Pra poder pegar o trem.
IV
Novidades lá contém
No seu comércio local
Lojas com variações
E com atração real
Galeria Dos Estados
Eu acho especial.
V
Não sei qual é o final
Nem sei qual é o começo
Os dois lados são iguais
Pois isso eu não esqueço
Todos no mesmo aspecto
Pois isso eu reconheço.
VI
Em Brasília no começo
Desde sua construção
Que tem esta Galeria
Fica em baixo do Eixão
Projetada nesta forma
De ser em baixo do chão.
VII
Serviço de refeição
No local tem restaurante
Quiosque e lanchonete
Um trabalho importante
Também vende guloseimas
O teimoso ambulante.
VIII
Acho muito interessante
A gente dá um passeio
Oferece segurança
E serviço de correio
Entre um eixo e outro
Ela fica bem no meio.
IX
O local que não é feio
E tem a tranqüilidade
Bom para ser visitado
Aqui na nossa cidade
Receber o visitante
Ela tem capacidade.
X
Em uma vivacidade
Para o atendimento
Quem procura é atendido
Não importa o momento
Sempre lá se realiza
A noite qualquer evento.
XI
Tem seu grande argumento
É a sua tradição
Seus anos de existência
E a sua pretensão
Atendes todas pessoas
Na mesma dedicação.
XII
E que essa atração
Nós possamos visitar
Galeria Dos Estados
No seu comércio comprar
Ver que ela bem merece
A gente valorizar.
Brasília-DF, 06.11.2009
Ilton Gurgel, poeta.
I
Tantos locais em Brasília
Que são muito visitados
Outros que são atraentes
E são muito freqüentados
Hoje falo dum local
Que nos deixa admirados.
II
Galeria Dos Estados
Aqui eu vou comentar
Um local interessante
Vive a superlotar
Com gente para o metrô
Que lá ficam a passar.
III
Muita gente a trafegar
Naquele espaço tem
É a porta de saída
E chegada pra quem vem
É um local de acesso
Pra poder pegar o trem.
IV
Novidades lá contém
No seu comércio local
Lojas com variações
E com atração real
Galeria Dos Estados
Eu acho especial.
V
Não sei qual é o final
Nem sei qual é o começo
Os dois lados são iguais
Pois isso eu não esqueço
Todos no mesmo aspecto
Pois isso eu reconheço.
VI
Em Brasília no começo
Desde sua construção
Que tem esta Galeria
Fica em baixo do Eixão
Projetada nesta forma
De ser em baixo do chão.
VII
Serviço de refeição
No local tem restaurante
Quiosque e lanchonete
Um trabalho importante
Também vende guloseimas
O teimoso ambulante.
VIII
Acho muito interessante
A gente dá um passeio
Oferece segurança
E serviço de correio
Entre um eixo e outro
Ela fica bem no meio.
IX
O local que não é feio
E tem a tranqüilidade
Bom para ser visitado
Aqui na nossa cidade
Receber o visitante
Ela tem capacidade.
X
Em uma vivacidade
Para o atendimento
Quem procura é atendido
Não importa o momento
Sempre lá se realiza
A noite qualquer evento.
XI
Tem seu grande argumento
É a sua tradição
Seus anos de existência
E a sua pretensão
Atendes todas pessoas
Na mesma dedicação.
XII
E que essa atração
Nós possamos visitar
Galeria Dos Estados
No seu comércio comprar
Ver que ela bem merece
A gente valorizar.
Brasília-DF, 06.11.2009
Ilton Gurgel, poeta.
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
CONHECIMENTO UMA FORMA DE LIBERDADE
I
Das formas de liberdade
Destaco neste momento
Para poder comentar
Sigo este argumento
Todos hão de concordar
Que é o conhecimento.
II
Conhecer ficar atento
Liberdade é preferida
Uma forma para a gente
Nunca será excluída
Também formas para novas
Descobertas em nossa vida.
III
Liberdade é sentida
Um excelente conceito
O conhecimento traz
Liberdade e o respeito
Pois só no conhecimento
Encontramos o direito.
IV
A conquista de um pleito
Nós vemos no resultado
O nosso conhecimento
Que nuca fica de lado
Liberdade é conhecer
O direito apresentado.
V
Também seja assegurado
Na nossa afinidade
Quanto mais conhecimento
Mais se tem a liberdade
Inclui no conhecimento
Também a capacidade.
VI
Pois é na prosperidade
Que temos no pensamento
De poder ter liberdade
No nosso entendimento
Liberdade vai além
Do nosso conhecimento.
VII
Jamais no esquecimento
Fica esta teoria
Que também posta na prática
O que melhor não seria
Conhecer a liberdade
Forma a gente queria.
VIII
Liberdade é alegria
É viver em comunhão
Ser livre para poder.
Ajudar nosso irmão
Na forma da liberdade
Está a integração.
IX
Libertar duma prisão
É todo nosso ideal
Quem vive encarcerado
Num destino sem igual
Também tem uma prisão
Na cama do hospital.
X
Liberdade é real
Tem que ser aproveitada
A pessoa que desfruta
Não fique apavorada
Liberdade é um direito
Para a vida esperada.
XI
Não seja uma jogada
O conhecimento traz
É um pensamento crítico
Sendo assim muito capaz
Conhecer a liberdade
Tanto bem a vida faz.
XII
Concluo falando em paz
Da liberdade faz parte
Liberdade neste mundo
Considero grande arte
Ilustre comercial
Dum luxuoso encarte.
Brasília-DF, 05.11.2009
Ilton Gurgel, poeta.
I
Das formas de liberdade
Destaco neste momento
Para poder comentar
Sigo este argumento
Todos hão de concordar
Que é o conhecimento.
II
Conhecer ficar atento
Liberdade é preferida
Uma forma para a gente
Nunca será excluída
Também formas para novas
Descobertas em nossa vida.
III
Liberdade é sentida
Um excelente conceito
O conhecimento traz
Liberdade e o respeito
Pois só no conhecimento
Encontramos o direito.
IV
A conquista de um pleito
Nós vemos no resultado
O nosso conhecimento
Que nuca fica de lado
Liberdade é conhecer
O direito apresentado.
V
Também seja assegurado
Na nossa afinidade
Quanto mais conhecimento
Mais se tem a liberdade
Inclui no conhecimento
Também a capacidade.
VI
Pois é na prosperidade
Que temos no pensamento
De poder ter liberdade
No nosso entendimento
Liberdade vai além
Do nosso conhecimento.
VII
Jamais no esquecimento
Fica esta teoria
Que também posta na prática
O que melhor não seria
Conhecer a liberdade
Forma a gente queria.
VIII
Liberdade é alegria
É viver em comunhão
Ser livre para poder.
Ajudar nosso irmão
Na forma da liberdade
Está a integração.
IX
Libertar duma prisão
É todo nosso ideal
Quem vive encarcerado
Num destino sem igual
Também tem uma prisão
Na cama do hospital.
X
Liberdade é real
Tem que ser aproveitada
A pessoa que desfruta
Não fique apavorada
Liberdade é um direito
Para a vida esperada.
XI
Não seja uma jogada
O conhecimento traz
É um pensamento crítico
Sendo assim muito capaz
Conhecer a liberdade
Tanto bem a vida faz.
XII
Concluo falando em paz
Da liberdade faz parte
Liberdade neste mundo
Considero grande arte
Ilustre comercial
Dum luxuoso encarte.
Brasília-DF, 05.11.2009
Ilton Gurgel, poeta.
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